ARTE
FONTE: http://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/Arte,-inf%C3%A2ncia-e-forma%C3%A7%C3%A3o-de-professores.aspx
A arte tem dupla capacidade expressiva e sugestiva. Pois, ela exprime o inteligível no sensível, sendo capaz de encarnar uma idéia ou um sentimento, na matéria, seja esta a tinta, argila, o mármore, as palavras, dança ou música.
Bose (2000, p.12) Cita que a arte é um fazer- A arte é um conjunto de atos pelos quais se muda a forma, se transforma a matéria oferecida pela natureza e pela cultura. Nesse sentido, qualquer atividade humana, desde que conduzida regularmente a um fim, pode chama- se artística.
Para GODOY (2003), as pessoas participam de vários meios que se entrelaçam algumas vezes se sobrepõem e outras podem se conflitar, possibilitando, com esse movimento, o desenvolvimento das linguagens expressivas.
Os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (BRASIL, 1998) sugerem, no âmbito de experiência de conhecimento de mundo, eixos de trabalho orientados para a construção das diferentes linguagens pelas crianças e para as relações que estabelecem com os objetos de conhecimento: movimento, música, artes visuais, linguagem oral e escrita, natureza, sociedade e matemática.
A arte é uma maneira que possibilita o ser humano de expressar suas emoções, sua historicidade, manifestações culturais de diversos padrões estéticos. Conforme a percepção da progressão da história da arte o autora relata que:
Para que a arte tenha uma história, espera-se dela não só um caráter atemporal, mas também algum tipo de seqüência ou progressão, já que é isso que “ história” sugere. Nossos livros de história estão repletos de eventos do passado que nos são apresentados quer como parte de um movimento continuo em direção ao progresso quer como historias de grandes homens ou de épocas que se destacar das outras por exemplos o Renascimento Italiano ou Iluminismo. Com relação a essas formas cristalizada de pensar sobre o passado, a história da arte e não nos desaponta no encontro dessas duas vertentes, podemos ver como a história reorganiza a experiência visual, fazendo com que assuma uma séria de forma. Arnold (2008, pg. 18).
A arte evolucionou e ocupando um ambiente amplo em nossa sociedade, sendo algumas representações da arte imprescindíveis como é a música.
Moura (2011, p.10) relata a importância da música no desenvolvimento dos educandos.
A disposição do professor e dos alunos em círculo, sentados preferencialmente no chão, para o desenvolvimento de grande parte das atividades gera aproximação e contribui para uma aprendizagem efetiva em atmosfera descontraída. Assim, além dessas a dispersão é minimizada pois todos tem condições de observa tudo e o professor pode assumir seu papel de líder de maneira natural, já que faz parte do grupo. É preciso incentivar a participação ativa do aluno. Da mesma forma que por meio de movimentar o corpo, a criança concretiza elementos e idéias musicais ao trazer as vivenciam de seu mundo, ela contribui criativamente para o enriquecimento das atividades desenvolvidas na classe.
A arte como prática pedagógica deve valorizar a arte, e suas vertentes artísticas, desenvolvendo a criatividade individual da criança.
No contexto das acepções na educação, a Arte refere-se à competência que induze o indivíduo a compreender e então desvendar e desenvolver as habilidades sobrepujadas em si.
Muitas vezes não é compreendido pelos educandos que interrogam o porquê aprender determinados conteúdos, mas acabam se deparando no cotidiano com um mundo visual, onde até as combinações das roupas depende do equilíbrio e da harmonia de cores.
As expressões artísticas é um fator decisivo para a construção do saber, para o desenvolvimento humano individual e social. Através das diferentes dinâmicas o educador artístico pode trabalhar as sensibilizações, as expressões orais e corporais, interpretações, comunicações enfim a criatividade.
Bosi (2000 p. 50) aponta a idéia de expressão:
“ A idéia de expressão está intimamente ligada a um nexo que se pressupõe existir entre uma fonte de energia e um signo que a veicula ou a encerra, uma força que se exprime a uma forma que a exprime. Força e forma remetem- se a compreendem-se mutuamente. A relação constante entre força e forma permite a constituição de um saber que investiga as correspondências entre as expressões corporais e a sua qualidade subjetiva.
Além disso, a Arte nos ajuda a compreender as condições íntimas dos indivíduos, uma vez que, através dos seus sentimentos expressam por múltiplos meios das diversas linguagens artísticas , seja ela a música, dança teatro e artes visuais.
Uma das mais antigas formas de expressão artística é realizada por meio dos movimentos, a linguagem corporal reflete isso. O ser humano em grande parte de sua existência na terra, além de expressar através da fala, manifestavam- se também através de movimentos corporal diversos.
A dança é uma das expressões da vertente da Arte, é uma das mais antigas e nem sempre foi aceita pela sociedade, de acordo com o relato de Tadra [et al]:
A dança na Idade Média era proibida pela Igreja, pois toda manifestação corporal, segundo o cristianismo, era pecado, assim como seus registros. Porém os camponeses, de forma oculta, continuaram executando suas danças que saudavam suas crenças e manifestações populares. Depois de várias tentativas de proibição, a Igreja sentiu a necessidade de tolerar essas danças e, por não conseguir extingui-los, Du um ar de misticismo às manifestações pagãs. Mas tarde a cargo dos nobres, a dança reaparece dentro dos palácios, com o intuito de pura diversão (2009, p. 23).
A arte possibilita o ser humano a construir, reconhecer a sua própria cultura através da arte.
Engelmann (2008 p. 24) expõe que “Quando o homem se reconhece como um ser fazedor de cultura, ele tem condições de criar uma consciência filosófica que lhe permite recriar, repensar, elaborar novos questionamentos, atribuir novos significados às coisas e também desenvolver a arte”.
O PCN reconhece a arte como componente curricular obrigatório da educação básica, destacando a arte como essencial para a criação artística dos educandos:
A área de Arte que se está delineando neste documento visa a destacar os aspectos essenciais da criação e percepção estética dos alunos e o modo de tratar a apropriação de conteúdos imprescindíveis para a cultura do cidadão contemporâneo. As oportunidades de aprendizagem de arte, dentro e fora da escola, mobilizam a expressão e a comunicação pessoal e ampliam a formação do estudante como cidadão, principalmente por intensificar as relações dos indivíduos tanto com seu mundo interior como com o exterior.
O aluno desenvolve sua cultura de arte fazendo, conhecendo e apreciando produções artísticas, que são ações que integram o perceber, o pensar, o aprender, o recordar, o imaginar, o sentir, o expressar, o comunicar. A realização de trabalhos pessoais, assim como a apreciação de seus trabalhos, os dos colegas e a produção de artistas, se dá mediante a elaboração de idéias, sensações, hipóteses e esquemas pessoais que o aluno vai estruturando e transformando, ao interagir com os diversos conteúdos de arte manifestados nesse processo dialógico. Produzindo trabalhos artísticos e conhecendo essa produção nas outras culturas, o aluno poderá compreender a diversidade de valores que orientam tanto seus modos de pensar e agir como os da sociedade. Trata-se de criar um campo de sentido para a valorização do que lhe é próprio e favorecer o entendimento da riqueza e diversidade da imaginação humana. Além disso, os alunos tornam-se capazes de perceber sua realidade cotidiana mais vivamente, reconhecendo e decodificando formas, sons, gestos, movimentos que estão à sua volta. O exercício de uma percepção crítica das transformações que ocorrem na natureza e na cultura pode criar condições para que os alunos percebam o seu comprometimento na manutenção de uma qualidade de vida melhor (1998, pg. 19)
A arte desde início da socialização do indivíduo faz- se presente, pois quando uma criança expõe através de desenho, com a associação do lápis e papel gerando uma imagem, essa é intencional visa à comunicação, mas não é somente através deste que reconhecemos a importância do desenho para a comunicação, visto que desde a pré- história o homem manifestava seus sentimentos, expressões e cultura através de sinais e desenhos nas pedras.
Derdyk (2004, p. 29) define assim sobre o significado do desenho:
Seja no significado mágico que o desenho assumiu para o homem nas cavernas, seja no desenvolvimento do desenho para a construção de maquinários no inicio da era industrial, seja na sua aplicação mais elaborada para o desenho industrial e a arquitetura, seja na função de comunicação que o desenho exerce na ilustração, na historia em quadrinhos, o desenho reclama a sua autonomia e sua capacidade de abrangência como um meio de comunicação, expressão e conhecimento.
No conceito de DONDIS (1997, p.02) Como linguagem artística, o desenho assim como as demais manifestações da arte “... significa muitas coisas, em muitas circunstancias e para muitas pessoas.”
A arte humaniza e socializa tanto no processo de ensino aprendizado utilização por meio educacional quando na sociedade em geral, seja ela desenvolvida através da dança, teatro, música, pintura, arte- educação e museus, etc., pois se temos consciência de que a educação é a base estrutural, juntamente com a família, de uma sociedade plena, também temos consciência de que precisamos cada vez mais desta oferta para as condições de vivência social.
Segundo Bueno (2008, p. 16) A arte também tem a função de apresentar o visual, o musical, o corporal, enfim, é através da “arte” em mãos ( e também nossos olhos) podemos portanto, fazer grandes descobertas.
A arte em si busca preserva a importantes riquezas artísticas, ela exatamente reuni todas as dimensões humanas, emotiva, racional, mística, expressões corporais, etc., proporcionando uma experiência única, e insubstituível por qualquer área do conhecimento, a arte é fundamental na construção da identidade do individuo e de toda uma sociedade, e propicia conhecermos novas culturas e é através disso que percebermos a nossa particularidade artística e cultural.
ARTE E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
A infância é um processo gradual e individual variando o desenvolvimento, comportamento, e o processo intelecto para diferentes crianças. A vida infantil e seus períodos vão depender de cada convívio, cada cultura. Cada etapa deve ser respeitada, tudo acontece em seu momento até completar seu período transitório de mudanças.
A criança mobiliza todo o seu ser, entregando as experiências que acarretam a criações, desenvolvendo assim, a percepção, observação, desenvolvimento lógico e expressões. O desenho acompanha o desenvolvimento das crianças, e através dele observamos como as crianças se relacionam com a realidade e com os elementos de sua cultura e como traduzem essas percepções gráficas.
As crianças devem formar sua própria linha de pensamento e sensibilidade, quando estão se expressando, e não podemos julgar os seus trabalhos como se fossem obras imperfeitas de um adulto, afinal a representação é da criança e não de quem as observa.
Rau (2011 p. 67) conceitua o trabalho pedagógico como
O trabalho pedagógico na educação infantil, atualmente, requer uma abordagem diferente. Isso ocorre porque a criança, desde cedo, é exposto a um número maior e diversificado de estímulos cerebrais que por sua vez, provocam reações diferentes. Pesquisas têm evidenciado o aluno como um sujeito que apresenta um desenvolvimento intelectual, afetivo e social precoce. Isso se deve ao fato de ele estar inserido em um contexto familiar e educacional diverso do observado em década anteriores. Estudos também revelam que a criança, atualmente, apresenta diferentes formas de ansiedade, receios e inseguranças.
Outro método do desenvolvimento das crianças e a utilização do lúdico aplicado a Arte, sendo uma forma prazerosa e significativa, no processo de aprendizagem, conforme a citação.
Nessa perspectiva ao pensamos em proposições praticas para o tratamento do lúdico como recurso pedagógicos deve haver a preocupação com a escola da atividade, principalmente com o que o jogo pode proporcionar na intervenção do processo de ensino- aprendizagem, e não apenas com o tipo de jogo. (Rau 2011 pg. 64).
O conceito do desenvolvimento da criança foi sofrendo mudanças aos longos dos tempos. Desde o período feudal até os dias atuais podemos ver concepções diferentes para a vida das crianças. São concepções imposta pelos adultos, vinculadas ao período histórico e a cultura de cada povo, que definem diversos conceitos de criança em cada período.
Segundo Wallon (1995, apud GALVÃO)
“o desenvolvimento infantil é um processo pontuado por conflitos” Conflitos de origem exógena e endógena. Os conflitos de origem exógenos são aqueles que as crianças mantêm com os adultos e a cultura e contexto na qual estão inseridas. E os de natureza endógena estão relacionados com efeitos da maturação nervosa. Estes conflitos acabam por provocar desordem nas formas de conduta já estabelecidas na relação com o meio.
Kramer (1995, p. 17) comenta o conceito do sentimento de infância:
Sentimento de infância não significa o mesmo que afeição pelas crianças; corresponde, na verdade, à consciência da particularidade infantil, ou seja, aquilo que distingue a criança do adulto e faz com que a criança seja considerada como um adulto em potencial, dotada de capacidade de desenvolvimento.
Para Barros (2008, 48) A importância das primeiras experiências inicia com:
Estimulação precoce, estimulação inicial e experiência inicial são expressões atualmente muito usadas e significam estímulos que recebemos na infância, desde o inicio de nossa vida. Atualmente, psicólogos e educadores insistem no fato e que tais estímulos vão determinar nosso desenvolvimento intelectual. O nível de inteligência que atingimos quando adultos não é determinado apenas pela hereditariedade, mas depende, em grande parte, de nossa experiência inicial, da estimulação precoce que recebemos do ambiente. Isso constitui uma novidade com relação ao desenvolvimento intelectual, mas não com relação ao desenvolvimento emocional
Compete aos educadores buscarem estimular nas crianças a sua criatividade e expressão, permitindo assim que se manifestem podendo então estabelecer o seu eu. É importante considerar que a criança começa a produzir o seu conhecimento por meio dos cinco sentidos.
O desenho é uma das manifestações artísticas mais presente entre as crianças, e para desenhar ela usa o tato e a visão, além da fantasia, a arte é importante na vida da criança, pois coopera para o desenvolvimento expressivo, e para a construção no desenvolvimento de sua criatividade, tornando-a um indivíduo sensível.
A princípio a criança desenha pelo prazer de riscar sobre o papel e indaga formas de ocupar a folha, e com o tempo, a criança procura historiar as coisas do mundo. Com a arte a criança cria, desenha, canta, dança, pois nesse estágio de desenvolvimento a criança se sente livre para expressar suas idéias e seus sentimentos, e é através destes momentos de arte livre é que a criança inicia a compreender ouvir, ver e sentir.
Barros (2008, p.50) relata também a importância da oportunidade de receber estimulação visual, tátil, auditiva e outras em quantidade normais:
As crianças criadas em condições de enriquecimento do ambiente têm oportunidade e estimulação acima de níveis normais. Em geral observam-se resultados benéficos no desenvolvimento de habilidades motoras, cognitivas ou sociais. No caso oposto, em que as crianças são criadas em condições de privação seu desenvolvimento oferece um nível de estimulação ou oportunidade muito reduzido e as conseqüências serão um desenvolvimento e um nível de realização muito abaixo do normal.
Para a criança a arte é um meio de se expressar, conforme SANS (1995, p.21) A arte é uma forma de se expressar, pois “a natureza da criança é lidar com o mundo de modo lúdico, fazer o que lhe dá prazer e satisfação. Por isso gosta tanto de brincar e desenhar”.
O educador deve ser conscientizar deixando os educandos desenvolvam espontaneamente sua própria arte, e não impedir o desenvolvimento deles com desenhos prontos e mimeografados.
O ensino da arte é de grande importância para a vida dos seres humanos, visto que o indivíduo que não tem contato direto com a arte, tem uma experiência no processo de ensino aprendizado limitada, escapando lhe a dimensão do sonho, da comunicação dos objetos ao seu entorno, da sonoridade excitante da poesia e da música, das formas cores, e toda forma de expressão que trazem o sentido da vida.
Lowenfeld e Brittain (1970, p. 115) “a arte pode contribuir imensamente para esse desenvolvimento, pois é na interação entre a criança e seu meio que se inicia a aprendizagem”.
A interação é fundamental para criança, pois ao observar e imitar os adultos através de seus gestos e ações e tenta reproduzir, ela se interessa pela ação Por isso é essencial o incentivo, tanto da família como da escola, oferecendo-lhe uma coleção suficiente para que possa ampliar seus conhecimentos e suas ações.
O PCN (1998 p. 87) idealiza o aspecto das artes visuais na educação infantil como:
A presença das Artes Visuais na educação infantil, ao longo da história, tem demonstrado um descompasso entre os caminhos apontados pela produção teórica e a prática pedagógica existente. Em muitas propostas as práticas de Artes Visuais são entendidas apenas como meros passatempos em que atividades de desenhar, colar, pintar e modelar com argila ou massinha são destituídas de significados. Outra prática corrente considera que o trabalho deve ter uma conotação decorativa, servindo para ilustrar temas de datas comemorativas, enfeitar as paredes com motivos considerados infantis, elaborar convites, cartazes e pequenos presentes para os pais etc. Nessa situação, é comum que os adultos façam grande parte do trabalho, uma vez que não consideram que a criança tem competência para elaborar um produto adequado. As Artes Visuais têm sido também, bastante utilizadas como reforço para a aprendizagem dos mais variados conteúdos. São comuns as práticas de colorir imagens feitas pelos adultos em folhas mimeografadas, como exercícios de coordenação motora para fixação e memorização de letras e números.
Mas a arte tem princípios de criação e não de atividades destituídas de significados, com tudo isso o PCN inovou o princípio do ensino das artes, da música, do teatro e da dança, reconhecendo a arte da criança como manifestação espontânea.
Tais orientações trouxeram inegável contribuição para que se valorizasse a produção criadora infantil, mas o princípio revolucionário que advogava a todos a necessidade e a capacidade da expressão artística aos poucos transformou- se em “um deixar fazer” sem nenhum tipo de intervenção, no qual a aprendizagem das crianças pôde evoluir muito pouco.
O questionamento da livre expressão e da idéia de que a aprendizagem artística era uma conseqüência automática dos processos de desenvolvimento resultaram em um movimento, em vários países, pela mudança nos rumos do ensino de arte. Surge a constatação de que o desenvolvimento artístico é resultado de formas complexas de aprendizagem e, portanto, não ocorre automaticamente à medida que a criança cresce.
A arte da criança, desde cedo, sofre influência da cultura, seja por meio de materiais e suportes com que faz seus trabalhos, seja pelas imagens e atos de produção artística que observa na TV, em revistas, em gibis, rótulos, estampas, obras de arte, trabalhos artísticos de outras crianças etc.
Embora seja possível identificar espontaneidade e autonomia na exploração e no fazer artístico das crianças, seus trabalhos revelam: o local e a época histórica em que vivem; suas oportunidades de aprendizagem; suas idéias ou representações sobre o trabalho artístico que realiza e sobre a produção de arte23 à qual têm acesso, assim como seu potencial para refletir sobre ela. (PCN p. 87 e 88)
Bose (2000, p.12) Cita que a arte é um fazer- A arte é um conjunto de atos pelos quais se muda a forma, se transforma a matéria oferecida pela natureza e pela cultura. Nesse sentido, qualquer atividade humana, desde que conduzida regularmente a um fim, pode chama- se artística.
Para GODOY (2003), as pessoas participam de vários meios que se entrelaçam algumas vezes se sobrepõem e outras podem se conflitar, possibilitando, com esse movimento, o desenvolvimento das linguagens expressivas.
Os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (BRASIL, 1998) sugerem, no âmbito de experiência de conhecimento de mundo, eixos de trabalho orientados para a construção das diferentes linguagens pelas crianças e para as relações que estabelecem com os objetos de conhecimento: movimento, música, artes visuais, linguagem oral e escrita, natureza, sociedade e matemática.
A arte é uma maneira que possibilita o ser humano de expressar suas emoções, sua historicidade, manifestações culturais de diversos padrões estéticos. Conforme a percepção da progressão da história da arte o autora relata que:
Para que a arte tenha uma história, espera-se dela não só um caráter atemporal, mas também algum tipo de seqüência ou progressão, já que é isso que “ história” sugere. Nossos livros de história estão repletos de eventos do passado que nos são apresentados quer como parte de um movimento continuo em direção ao progresso quer como historias de grandes homens ou de épocas que se destacar das outras por exemplos o Renascimento Italiano ou Iluminismo. Com relação a essas formas cristalizada de pensar sobre o passado, a história da arte e não nos desaponta no encontro dessas duas vertentes, podemos ver como a história reorganiza a experiência visual, fazendo com que assuma uma séria de forma. Arnold (2008, pg. 18).
A arte evolucionou e ocupando um ambiente amplo em nossa sociedade, sendo algumas representações da arte imprescindíveis como é a música.
Moura (2011, p.10) relata a importância da música no desenvolvimento dos educandos.
A disposição do professor e dos alunos em círculo, sentados preferencialmente no chão, para o desenvolvimento de grande parte das atividades gera aproximação e contribui para uma aprendizagem efetiva em atmosfera descontraída. Assim, além dessas a dispersão é minimizada pois todos tem condições de observa tudo e o professor pode assumir seu papel de líder de maneira natural, já que faz parte do grupo. É preciso incentivar a participação ativa do aluno. Da mesma forma que por meio de movimentar o corpo, a criança concretiza elementos e idéias musicais ao trazer as vivenciam de seu mundo, ela contribui criativamente para o enriquecimento das atividades desenvolvidas na classe.
A arte como prática pedagógica deve valorizar a arte, e suas vertentes artísticas, desenvolvendo a criatividade individual da criança.
No contexto das acepções na educação, a Arte refere-se à competência que induze o indivíduo a compreender e então desvendar e desenvolver as habilidades sobrepujadas em si.
Muitas vezes não é compreendido pelos educandos que interrogam o porquê aprender determinados conteúdos, mas acabam se deparando no cotidiano com um mundo visual, onde até as combinações das roupas depende do equilíbrio e da harmonia de cores.
As expressões artísticas é um fator decisivo para a construção do saber, para o desenvolvimento humano individual e social. Através das diferentes dinâmicas o educador artístico pode trabalhar as sensibilizações, as expressões orais e corporais, interpretações, comunicações enfim a criatividade.
Bosi (2000 p. 50) aponta a idéia de expressão:
“ A idéia de expressão está intimamente ligada a um nexo que se pressupõe existir entre uma fonte de energia e um signo que a veicula ou a encerra, uma força que se exprime a uma forma que a exprime. Força e forma remetem- se a compreendem-se mutuamente. A relação constante entre força e forma permite a constituição de um saber que investiga as correspondências entre as expressões corporais e a sua qualidade subjetiva.
Além disso, a Arte nos ajuda a compreender as condições íntimas dos indivíduos, uma vez que, através dos seus sentimentos expressam por múltiplos meios das diversas linguagens artísticas , seja ela a música, dança teatro e artes visuais.
Uma das mais antigas formas de expressão artística é realizada por meio dos movimentos, a linguagem corporal reflete isso. O ser humano em grande parte de sua existência na terra, além de expressar através da fala, manifestavam- se também através de movimentos corporal diversos.
A dança é uma das expressões da vertente da Arte, é uma das mais antigas e nem sempre foi aceita pela sociedade, de acordo com o relato de Tadra [et al]:
A dança na Idade Média era proibida pela Igreja, pois toda manifestação corporal, segundo o cristianismo, era pecado, assim como seus registros. Porém os camponeses, de forma oculta, continuaram executando suas danças que saudavam suas crenças e manifestações populares. Depois de várias tentativas de proibição, a Igreja sentiu a necessidade de tolerar essas danças e, por não conseguir extingui-los, Du um ar de misticismo às manifestações pagãs. Mas tarde a cargo dos nobres, a dança reaparece dentro dos palácios, com o intuito de pura diversão (2009, p. 23).
A arte possibilita o ser humano a construir, reconhecer a sua própria cultura através da arte.
Engelmann (2008 p. 24) expõe que “Quando o homem se reconhece como um ser fazedor de cultura, ele tem condições de criar uma consciência filosófica que lhe permite recriar, repensar, elaborar novos questionamentos, atribuir novos significados às coisas e também desenvolver a arte”.
O PCN reconhece a arte como componente curricular obrigatório da educação básica, destacando a arte como essencial para a criação artística dos educandos:
A área de Arte que se está delineando neste documento visa a destacar os aspectos essenciais da criação e percepção estética dos alunos e o modo de tratar a apropriação de conteúdos imprescindíveis para a cultura do cidadão contemporâneo. As oportunidades de aprendizagem de arte, dentro e fora da escola, mobilizam a expressão e a comunicação pessoal e ampliam a formação do estudante como cidadão, principalmente por intensificar as relações dos indivíduos tanto com seu mundo interior como com o exterior.
O aluno desenvolve sua cultura de arte fazendo, conhecendo e apreciando produções artísticas, que são ações que integram o perceber, o pensar, o aprender, o recordar, o imaginar, o sentir, o expressar, o comunicar. A realização de trabalhos pessoais, assim como a apreciação de seus trabalhos, os dos colegas e a produção de artistas, se dá mediante a elaboração de idéias, sensações, hipóteses e esquemas pessoais que o aluno vai estruturando e transformando, ao interagir com os diversos conteúdos de arte manifestados nesse processo dialógico. Produzindo trabalhos artísticos e conhecendo essa produção nas outras culturas, o aluno poderá compreender a diversidade de valores que orientam tanto seus modos de pensar e agir como os da sociedade. Trata-se de criar um campo de sentido para a valorização do que lhe é próprio e favorecer o entendimento da riqueza e diversidade da imaginação humana. Além disso, os alunos tornam-se capazes de perceber sua realidade cotidiana mais vivamente, reconhecendo e decodificando formas, sons, gestos, movimentos que estão à sua volta. O exercício de uma percepção crítica das transformações que ocorrem na natureza e na cultura pode criar condições para que os alunos percebam o seu comprometimento na manutenção de uma qualidade de vida melhor (1998, pg. 19)
A arte desde início da socialização do indivíduo faz- se presente, pois quando uma criança expõe através de desenho, com a associação do lápis e papel gerando uma imagem, essa é intencional visa à comunicação, mas não é somente através deste que reconhecemos a importância do desenho para a comunicação, visto que desde a pré- história o homem manifestava seus sentimentos, expressões e cultura através de sinais e desenhos nas pedras.
Derdyk (2004, p. 29) define assim sobre o significado do desenho:
Seja no significado mágico que o desenho assumiu para o homem nas cavernas, seja no desenvolvimento do desenho para a construção de maquinários no inicio da era industrial, seja na sua aplicação mais elaborada para o desenho industrial e a arquitetura, seja na função de comunicação que o desenho exerce na ilustração, na historia em quadrinhos, o desenho reclama a sua autonomia e sua capacidade de abrangência como um meio de comunicação, expressão e conhecimento.
No conceito de DONDIS (1997, p.02) Como linguagem artística, o desenho assim como as demais manifestações da arte “... significa muitas coisas, em muitas circunstancias e para muitas pessoas.”
A arte humaniza e socializa tanto no processo de ensino aprendizado utilização por meio educacional quando na sociedade em geral, seja ela desenvolvida através da dança, teatro, música, pintura, arte- educação e museus, etc., pois se temos consciência de que a educação é a base estrutural, juntamente com a família, de uma sociedade plena, também temos consciência de que precisamos cada vez mais desta oferta para as condições de vivência social.
Segundo Bueno (2008, p. 16) A arte também tem a função de apresentar o visual, o musical, o corporal, enfim, é através da “arte” em mãos ( e também nossos olhos) podemos portanto, fazer grandes descobertas.
A arte em si busca preserva a importantes riquezas artísticas, ela exatamente reuni todas as dimensões humanas, emotiva, racional, mística, expressões corporais, etc., proporcionando uma experiência única, e insubstituível por qualquer área do conhecimento, a arte é fundamental na construção da identidade do individuo e de toda uma sociedade, e propicia conhecermos novas culturas e é através disso que percebermos a nossa particularidade artística e cultural.
ARTE E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
A infância é um processo gradual e individual variando o desenvolvimento, comportamento, e o processo intelecto para diferentes crianças. A vida infantil e seus períodos vão depender de cada convívio, cada cultura. Cada etapa deve ser respeitada, tudo acontece em seu momento até completar seu período transitório de mudanças.
A criança mobiliza todo o seu ser, entregando as experiências que acarretam a criações, desenvolvendo assim, a percepção, observação, desenvolvimento lógico e expressões. O desenho acompanha o desenvolvimento das crianças, e através dele observamos como as crianças se relacionam com a realidade e com os elementos de sua cultura e como traduzem essas percepções gráficas.
As crianças devem formar sua própria linha de pensamento e sensibilidade, quando estão se expressando, e não podemos julgar os seus trabalhos como se fossem obras imperfeitas de um adulto, afinal a representação é da criança e não de quem as observa.
Rau (2011 p. 67) conceitua o trabalho pedagógico como
O trabalho pedagógico na educação infantil, atualmente, requer uma abordagem diferente. Isso ocorre porque a criança, desde cedo, é exposto a um número maior e diversificado de estímulos cerebrais que por sua vez, provocam reações diferentes. Pesquisas têm evidenciado o aluno como um sujeito que apresenta um desenvolvimento intelectual, afetivo e social precoce. Isso se deve ao fato de ele estar inserido em um contexto familiar e educacional diverso do observado em década anteriores. Estudos também revelam que a criança, atualmente, apresenta diferentes formas de ansiedade, receios e inseguranças.
Outro método do desenvolvimento das crianças e a utilização do lúdico aplicado a Arte, sendo uma forma prazerosa e significativa, no processo de aprendizagem, conforme a citação.
Nessa perspectiva ao pensamos em proposições praticas para o tratamento do lúdico como recurso pedagógicos deve haver a preocupação com a escola da atividade, principalmente com o que o jogo pode proporcionar na intervenção do processo de ensino- aprendizagem, e não apenas com o tipo de jogo. (Rau 2011 pg. 64).
O conceito do desenvolvimento da criança foi sofrendo mudanças aos longos dos tempos. Desde o período feudal até os dias atuais podemos ver concepções diferentes para a vida das crianças. São concepções imposta pelos adultos, vinculadas ao período histórico e a cultura de cada povo, que definem diversos conceitos de criança em cada período.
Segundo Wallon (1995, apud GALVÃO)
“o desenvolvimento infantil é um processo pontuado por conflitos” Conflitos de origem exógena e endógena. Os conflitos de origem exógenos são aqueles que as crianças mantêm com os adultos e a cultura e contexto na qual estão inseridas. E os de natureza endógena estão relacionados com efeitos da maturação nervosa. Estes conflitos acabam por provocar desordem nas formas de conduta já estabelecidas na relação com o meio.
Kramer (1995, p. 17) comenta o conceito do sentimento de infância:
Sentimento de infância não significa o mesmo que afeição pelas crianças; corresponde, na verdade, à consciência da particularidade infantil, ou seja, aquilo que distingue a criança do adulto e faz com que a criança seja considerada como um adulto em potencial, dotada de capacidade de desenvolvimento.
Para Barros (2008, 48) A importância das primeiras experiências inicia com:
Estimulação precoce, estimulação inicial e experiência inicial são expressões atualmente muito usadas e significam estímulos que recebemos na infância, desde o inicio de nossa vida. Atualmente, psicólogos e educadores insistem no fato e que tais estímulos vão determinar nosso desenvolvimento intelectual. O nível de inteligência que atingimos quando adultos não é determinado apenas pela hereditariedade, mas depende, em grande parte, de nossa experiência inicial, da estimulação precoce que recebemos do ambiente. Isso constitui uma novidade com relação ao desenvolvimento intelectual, mas não com relação ao desenvolvimento emocional
Compete aos educadores buscarem estimular nas crianças a sua criatividade e expressão, permitindo assim que se manifestem podendo então estabelecer o seu eu. É importante considerar que a criança começa a produzir o seu conhecimento por meio dos cinco sentidos.
O desenho é uma das manifestações artísticas mais presente entre as crianças, e para desenhar ela usa o tato e a visão, além da fantasia, a arte é importante na vida da criança, pois coopera para o desenvolvimento expressivo, e para a construção no desenvolvimento de sua criatividade, tornando-a um indivíduo sensível.
A princípio a criança desenha pelo prazer de riscar sobre o papel e indaga formas de ocupar a folha, e com o tempo, a criança procura historiar as coisas do mundo. Com a arte a criança cria, desenha, canta, dança, pois nesse estágio de desenvolvimento a criança se sente livre para expressar suas idéias e seus sentimentos, e é através destes momentos de arte livre é que a criança inicia a compreender ouvir, ver e sentir.
Barros (2008, p.50) relata também a importância da oportunidade de receber estimulação visual, tátil, auditiva e outras em quantidade normais:
As crianças criadas em condições de enriquecimento do ambiente têm oportunidade e estimulação acima de níveis normais. Em geral observam-se resultados benéficos no desenvolvimento de habilidades motoras, cognitivas ou sociais. No caso oposto, em que as crianças são criadas em condições de privação seu desenvolvimento oferece um nível de estimulação ou oportunidade muito reduzido e as conseqüências serão um desenvolvimento e um nível de realização muito abaixo do normal.
Para a criança a arte é um meio de se expressar, conforme SANS (1995, p.21) A arte é uma forma de se expressar, pois “a natureza da criança é lidar com o mundo de modo lúdico, fazer o que lhe dá prazer e satisfação. Por isso gosta tanto de brincar e desenhar”.
O educador deve ser conscientizar deixando os educandos desenvolvam espontaneamente sua própria arte, e não impedir o desenvolvimento deles com desenhos prontos e mimeografados.
O ensino da arte é de grande importância para a vida dos seres humanos, visto que o indivíduo que não tem contato direto com a arte, tem uma experiência no processo de ensino aprendizado limitada, escapando lhe a dimensão do sonho, da comunicação dos objetos ao seu entorno, da sonoridade excitante da poesia e da música, das formas cores, e toda forma de expressão que trazem o sentido da vida.
Lowenfeld e Brittain (1970, p. 115) “a arte pode contribuir imensamente para esse desenvolvimento, pois é na interação entre a criança e seu meio que se inicia a aprendizagem”.
A interação é fundamental para criança, pois ao observar e imitar os adultos através de seus gestos e ações e tenta reproduzir, ela se interessa pela ação Por isso é essencial o incentivo, tanto da família como da escola, oferecendo-lhe uma coleção suficiente para que possa ampliar seus conhecimentos e suas ações.
O PCN (1998 p. 87) idealiza o aspecto das artes visuais na educação infantil como:
A presença das Artes Visuais na educação infantil, ao longo da história, tem demonstrado um descompasso entre os caminhos apontados pela produção teórica e a prática pedagógica existente. Em muitas propostas as práticas de Artes Visuais são entendidas apenas como meros passatempos em que atividades de desenhar, colar, pintar e modelar com argila ou massinha são destituídas de significados. Outra prática corrente considera que o trabalho deve ter uma conotação decorativa, servindo para ilustrar temas de datas comemorativas, enfeitar as paredes com motivos considerados infantis, elaborar convites, cartazes e pequenos presentes para os pais etc. Nessa situação, é comum que os adultos façam grande parte do trabalho, uma vez que não consideram que a criança tem competência para elaborar um produto adequado. As Artes Visuais têm sido também, bastante utilizadas como reforço para a aprendizagem dos mais variados conteúdos. São comuns as práticas de colorir imagens feitas pelos adultos em folhas mimeografadas, como exercícios de coordenação motora para fixação e memorização de letras e números.
Mas a arte tem princípios de criação e não de atividades destituídas de significados, com tudo isso o PCN inovou o princípio do ensino das artes, da música, do teatro e da dança, reconhecendo a arte da criança como manifestação espontânea.
Tais orientações trouxeram inegável contribuição para que se valorizasse a produção criadora infantil, mas o princípio revolucionário que advogava a todos a necessidade e a capacidade da expressão artística aos poucos transformou- se em “um deixar fazer” sem nenhum tipo de intervenção, no qual a aprendizagem das crianças pôde evoluir muito pouco.
O questionamento da livre expressão e da idéia de que a aprendizagem artística era uma conseqüência automática dos processos de desenvolvimento resultaram em um movimento, em vários países, pela mudança nos rumos do ensino de arte. Surge a constatação de que o desenvolvimento artístico é resultado de formas complexas de aprendizagem e, portanto, não ocorre automaticamente à medida que a criança cresce.
A arte da criança, desde cedo, sofre influência da cultura, seja por meio de materiais e suportes com que faz seus trabalhos, seja pelas imagens e atos de produção artística que observa na TV, em revistas, em gibis, rótulos, estampas, obras de arte, trabalhos artísticos de outras crianças etc.
Embora seja possível identificar espontaneidade e autonomia na exploração e no fazer artístico das crianças, seus trabalhos revelam: o local e a época histórica em que vivem; suas oportunidades de aprendizagem; suas idéias ou representações sobre o trabalho artístico que realiza e sobre a produção de arte23 à qual têm acesso, assim como seu potencial para refletir sobre ela. (PCN p. 87 e 88)
A criança se expressa através da arte com facilidade, pois em sua produção artística, que é sua invenção, não há certo ou errado. De acordo com Lowenfeld e Brittain (1970), a criatividade é uma ação, é um comportamento em que a criança produz e constrói continuamente.
Todas as crianças se expressam através do esboço ou desenhos. Por meio do lápis e papel ou com caco de tijolo na parede. Agir com um riscador sobre um suporte é algo que ela aprende por imitação ao observarem os adultos escrevendo. Com a prática desses movimentos em papéis variados, ela adquire coordenação dando o prazer de produzir um traço sobre o papel faz agir.
A principal função do desenho no desenvolvimento infantil é a possibilidade que oferece de representação da realidade. Trazer os elementos vistos no mundo para o papel.
Todas as crianças se expressam através do esboço ou desenhos. Por meio do lápis e papel ou com caco de tijolo na parede. Agir com um riscador sobre um suporte é algo que ela aprende por imitação ao observarem os adultos escrevendo. Com a prática desses movimentos em papéis variados, ela adquire coordenação dando o prazer de produzir um traço sobre o papel faz agir.
A principal função do desenho no desenvolvimento infantil é a possibilidade que oferece de representação da realidade. Trazer os elementos vistos no mundo para o papel.
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